14:18

alerta sobre os riscos do AVC

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Campanha de conscientização reitera a importância do rápido atendimento ao paciente que está sofrendo um Acidente Vascular Cerebral (AVC), destacando os seus sintomas e o risco de sequelas
São Paulo, 28 de agosto de 2017 – A Rede Brasil AVC e a Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares, com o apoio da Boehringer Ingelheim, estão lançando a campanha “A Vida Conta – Cada minuto faz diferença”, que visa conscientizar a população sobre a importância do rápido atendimento ao paciente que está sofrendo um AVC, segunda maior causa de morte no mundo¹,2, elucidando a sua relação direta com o risco de sequelas graves e incapacitantes.
A campanha está sendo apresentada ao público por meio de diversas ações. A principal delas é o engajamento de influenciadores digitais – tal como Caio Novaes, do Ana Maria Brogui -, com a inserção de um vídeo-interrupção em seus canais no Youtube, trazendo informações impactantes sobre a doença para o público.
Acidente Vascular Cerebral
Principal causa de incapacidade em todo o mundo3, o AVC é sempre uma emergência médica e pode ocorrer na forma isquêmica ou hemorrágica. Respondendo por aproximadamente 85% dos casos4, a forma isquêmica ocorre quando há a obstrução em um vaso sanguíneo que fornece sangue ao cérebro, bloqueando a passagem de oxigênio para as células locais, chamadas de neurônios, e causando a sua morte. Já na hemorrágica, um vaso enfraquecido rompe e sangra no cérebro, causando inchaço e pressão local.
“No caso do AVC isquêmico, o que mais comumente acomete a população, um paciente não tratado perde, aproximadamente, 1.9 milhão de neurônios a cada minuto. Por isso, quanto mais tempo se passa sem atendimento, maiores são as chances de sequelas graves, como dificuldades de movimentação, linguagem, visuais, de memória e até mesmo comportamentais, de acordo com a área do cérebro afetada. Ou seja, tempo é cérebro”, afirma a Dra. Sheila Martins, neurologista e presidente da Rede Brasil AVC.
A campanha também irá contar com vídeos educativos sobre os sintomas do AVC, tais como assimetria facial, perda de força de um lado do corpo e dificuldade para falar e compreender a fala, além de vídeos-depoimentos de pessoas que sobreviveram a um AVC.
“90% dos fatores de risco são preveníveis, tais como pressão alta, diabetes, colesterol elevado, arritmias cardíacas, tabagismo, obesidade, sedentarismo e estresse. Além disso, é importante ressaltar que o AVC é uma doença tratável. Hoje, no caso do isquêmico, existe um medicamento injetável altamente eficaz. Estudos mostram que em até 4h30min após o início dos sintomas, o paciente que recebe esse medicamento, responsável por desobstruir o vaso lesionado, logo que chega ao hospital capacitado, tem 30% mais chances de bons resultados em seu quadro”, explica o Dr. Octavio Pontes Neto, neurologista e Presidente da Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares.
Para acompanhar a campanha, acesse a Fanpage da Rede Brasil AVC: www.facebook.com/CampanhaAVC.

Sobre a Campanha “A Vida Conta”

“A Vida Conta” é uma campanha da Rede Brasil AVC em parceria com a Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares, com apoio da Boehringer Ingelheim.

Sobre a Rede Brasil AVC

A Rede Brasil AVC é uma Organização Não-Governamental (ONG), criada com o objetivo de melhorar a assistência global ao paciente com AVC em todo o país. A associação é formada por profissionais de diversas áreas que, unidos, lutam para diminuir o número de casos da doença, além de melhorar o atendimento pré-hospitalar e hospitalar ao paciente, aprimorar a prevenção ao AVC e propiciar a reabilitação precoce e a reintegração social do indivíduo. O trabalho da Rede Brasil AVC tem sido modelo para outros países na América Latina e no Mundo.

Sobre a Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares

A Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares é o Diretório Científico em Doenças Cerebrovasculares da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), órgão oficial representante da Neurologia no Brasil junto a Associação Médica Brasileira. Assim, a Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares representa os médicos neurologistas, assim como outros profissionais de saúde interessados na educação, prevenção, tratamento e reabilitação de pacientes portadores de acidente vascular cerebral, uma das principais causas de óbito e de incapacidade permanente no país.

fonte:http://mulhercomsaude.com.br/saude-da-mulher/campanha-vida-conta-alerta-sobre-os-riscos-avc/
10:24

Sem medo da febre amarela: tire suas dúvidas

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Desde 1980 o Brasil não registrava um surto tão grande de febre amarela. De dezembro para cá, houve 2 104 casos notificados, dos quais 492 foram confirmados e 1 101 ainda estão sob investigação — 162 pessoas morreram da infecção. As principais dúvidas:

Há dois tipos de febre amarela: a silvestre e a urbana. Qual é a diferença entre elas? A silvestre é disseminada pelos mosquitos Haemagogus e Sabethes, circulantes em matas, e não em cidades. A versão urbana é transmitida pelo Aedes aegypti, o mesmo da dengue, do zika e da chikungunya. Não há registro de febre amarela urbana no Brasil desde 1942. As mortes de agora foram causadas pela versão silvestre, unicamente.

Por que a versão urbana é um problema? Porque seu potencial de disseminação é grande, na medida em que circularia nas cidades, em meio a um número muito maior de pessoas.

Todo brasileiro deve tomar a vacina ou só quem mora em cidades com casos de febre amarela? Quem deve tomar, primordialmente, a vacina são as pessoas que moram nas cidades com casos da doença e em regiões próximas a elas, numa distância de até 50 quilômetros. Estudos epidemiológicos revelam que, se 90% da população das cidades de risco for vacinada, dificilmente a doença se espalhará. O melhor controle, portanto, é a vacinação.

Quem não sabe se tomou a vacina algum tempo atrás pode se vacinar mesmo assim? Sim. O tempo de imunização da vacina é dez anos. Depois disso, deve-se tomar uma segunda dose como reforço, e o organismo estará protegido para sempre.

A doença é contagiosa? A febre amarela não é transmitida de ser humano a ser humano, nem de animal a animal, tampouco de animal a humanos. A única forma de transmissão é pela picada do mosquito infectado.

Quem vai viajar para as regiões com surto da doença deve tomar a vacina? Sim. A vacina tem de ser tomada dez dias antes da viagem. Recentemente, Panamá, Nicarágua, Venezuela e Cuba passaram a pedir a vacinação.

A febre amarela é mais perigosa do que as outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti? Sim. Cerca de 20% dos portadores de febre amarela morrem, contra 1% das pessoas infectadas por dengue e 2% por chikungunya.

Quais são os sintomas da febre amarela? Cerca de 35% das pessoas infectadas apresentam sintomas semelhantes aos de um resfriado, como dor de cabeça, febre, perda de apetite e dores musculares, três dias depois de terem sido picadas pelo mosquito. Após essa fase, 35% desenvolverão a forma grave da doença, com sintomas severos, como dor abdominal, falta de ar, vômito e urina escura. O restante não apresenta sintomas.

É possível contrair a doença mais de uma vez? Não. Quem já foi infectado está imune para sempre, diferentemente do que ocorre com a dengue.

10:06

No Brasil, ‘A Bela e a Fera’ chega a 6 milhões de espectadores

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Um dos maiores fenômenos de bilheteria do ano, a versão em carne e osso de A Bela e a Fera está prestes a passar Logan em bilheteria e se consolidar como segundo filme mais visto do ano no país. Desde que estreou, dia 16 de março, o filme já contabiliza 6 milhões de ingressos vendidos. A despedida de Hugh Jackman como Wolverine, que entrou em cartaz duas semanas antes, soma 6,1 milhões de pagantes. O filme mais procurado no ano, no circuito nacional, ainda é Minha Mãe É uma Peça 2, com 8,8 milhões de espectadores.
O segundo lugar no gosto do público brasileiro, neste fim de semana, ficou com O Poderoso Chefinho. Já nos EUA, a animação da Fox superou o longa de Emma Watson.
O que não impediu A Bela e a Fera de cravar um novo recorde. A produção se tornou o filme de fantasia com maior bilheteria da história, ultrapassando o recorde estabelecido por Harry Potter e As Relíquias da Morte: Parte 2. Segundo o site BoxOfficeMojo, a princesa coleciona 395 milhões de dólares nos cinemas americanos, contra 381 milhões arrecadados pelo filme do bruxinho, que foi lançado em 2011.
O top 5 do Brasil, neste fim de semana, foi completado por O Vigilante do Amanhã, com Scarlett Johansson, Power Rangers e Fragmentado.
04:05

Pílula anticoncepcional: quando ela é um problema para a saúde?

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Combinação do estrogênio e do progestágeno aumenta risco de trombose e AVC

"A
pílula anticoncepcional é o medicamento mais estudado no mundo", afirma o ginecologista Hugo Miyahira, da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Isso porque ela é usada por milhões de mulheres anos a fio e afeta todos os órgãos com receptores hormonais. Seu uso previne não só a gravidez como ainda garante um ciclo menstrual regular.


A evolução do método atingiu seu ponto mais alto com a combinação de dois hormônios, o estrógeno e o progestágeno (a pílula combinada), em níveis baixíssimos e mais eficazes do que nunca, mas, como todo medicamento, ela possui efeitos colaterais. Por isso, hábitos de vida, condições de saúde e histórico familiar de doenças são determinantes na adoção ou não da pílula. Em caso negativo, outros métodos podem ser usados sem riscos à saúde feminina. Confira abaixo quando a pílula combinada é contraindicada:

Tabagismo


Mulher fumando - Foto Getty Images"A associação da pílula com o cigarro, especialmente por mulheres acima dos 35 anos, eleva - e muito - o risco de doenças cardiovasculares", explica o ginecologista Hugo Miyahira. Diversos estudos mostram que as substâncias do cigarro afetam diversas funções do sistema vascular arterial, mesmo quando a fumaça já não está mais no ar. Isso porque essas substâncias continuam circulando no corpo, favorecendo o acúmulo de placas de gordura e colesterol nas artérias, problema conhecido como aterosclerose. Some isso ao fato de que a pílula combinada favorece a coagulação do sangue e o resultado pode ser desastroso, levando a um AVC, infarto ou trombose.

Hipertensão


Mulher medindo a pressão em consulta médica - Foto Getty ImagesA hipertensão costuma apresentar sintomas apenas em estágio muito avançado e, por isso, é fundamental medir a pressão arterial da mulher antes de recomendar o uso de uma pílula anticoncepcional. Segundo o ginecologista e obstetra Pedro Awada, do Hospital e Maternidade Brasil, mulheres hipertensas já apresentam risco elevado de doenças cardiovasculares. Isso porque o coração fica hipertrofiado devido ao grande esforço para bombear o sangue nas artérias e, com o tempo, as artérias perdem a elasticidade, favorecendo o entupimento e rompimento das mesmas. Junto com a pílula, a probabilidade de sofrer um AVC ou outros problemas ligados aos vasos sanguíneos, como a trombose, é muito maior.






Trombose


Coágulo causando trombose - Foto Getty ImagesA trombose é decorrente de três fatores principais: lesões nos vasos sanguíneos, propensão a formar coágulos e diminuição da velocidade da circulação. "Como a pílula favorece a formação de coágulos, seu uso é proibido para mulheres que já sofreram o problema ou apresentam histórico de trombose na família", explica a ginecologista e obstetra Bárbara Murayama, diretora da clínica Gergin, em São Paulo. O trombo geralmente se forma em uma veia localizada nas pernas, mas ele pode se desprender e subir para os pulmões, causando embolia pulmonar, colocando a vida da mulher em risco.








Lúpus

Lúpus - Foto Getty Images
"O lúpus é uma doença autoimune extremamente complexa que afeta, inclusive, os vasos sanguíneos", afirma o ginecologista Hugo. Além disso, a doença também pode estar relacionada a anticorpos que favorecem a coagulação sanguínea e, portanto, a formação de trombos. A associação com a pílula combinada eleva o risco de AVC, infarto e trombose, sendo, assim, contraindicada para os pacientes de Lúpus.

Obesidade


Mulher com obesidade - Foto Getty ImagesA mulher com obesidade tem um risco maior de sofrer eventos cardíacos e, em geral, ainda é vítima de problemas como colesterol alto e hipertensão, aponta o ginecologista Hugo. Segundo o especialista, o tecido adiposo em excesso produz mais de 15 substâncias que interferem no funcionamento do organismo como um todo, inclusive nos níveis hormonais. Assim, o caso precisa ser bem avaliado para determinar o custo benefício do uso desse método anticoncepcional. Em alguns casos, apenas a exclusão do estrogênio, que exerce maior influência na coagulação, pode ser eficaz.








Doenças hepáticas


Fígado - Foto Getty Images"Todo medicamento utilizado via oral é metabolizado no fígado", explica a ginecologista Bárbara. Por isso, se a pessoa apresenta lesões hepáticas, como hepatite e cirrose, o uso da pílula pode ser contraindicado por sobrecarregar o órgão. Além disso, mesmo com o uso do contraceptivo é possível que aconteçam irregularidades menstruais. "O hormônio não metabolizado não inibe a produção de hormônios pelo ovário, o que não diminui a efetividade do medicamento, mas pode desregular os níveis hormonais do corpo", complementa o ginecologista Hugo.









Tumores hormônio-dependentes

Câncer de mama - Foto Getty Images
Alguns cânceres, como o câncer de mama de mama, têm receptores hormonais. Em outras palavras, eles são hormônio-sensíveis, podendo ter seu desenvolvimento estimulado pelos níveis hormonais no organismo. "Isso significa que indicar o uso de uma pílula pode agravar a situação do tumor", explica o ginecologista Pedro. Como tumores costumam apresentar sintomas apenas em estágio avançado, exames de detecção preventivos são fundamentais para não deixar que o problema se agrave.

Varizes

Varizes - Foto Getty Images
"Varizes por si só já denunciam uma mulher com problemas de circulação sanguínea", alerta a ginecologista Bárbara. Dilatadas e deformadas, as veias indicam que o sangue não está conseguindo seguir seu curso normal, favorecendo, assim, a formação de coágulos. Durante a consulta, portanto, deve ser avaliado se o problema é isolado ou se ainda está associado a outros fatores de risco para problemas cardiovasculares, como a obesidade. Por isso, o uso da pílula combinada nem sempre é seguro.

Fator V de Leiden

DNA - Foto Getty Images
"O Fator V de Leiden é uma mutação genética que pode aumentar em até 100% o risco de a mulher sofrer um evento cardiovascular", explica a ginecologista Bárbara. A variação interfere diretamente na coagulação do sangue e pode ser identificada pelos laboratórios em mais uma etapa do teste de papanicolau. De acordo com a especialista, a ação do Fator V de Leiden se dá junto às plaquetas, que podem aglutinar e formar um trombo. Identificado o problema, devem ser pensados outros métodos contraceptivos.
03:49

Sete exercícios que melhoram o desempenho sexual

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Abdominal, agachamento e alongamento garantem prazer sem dores musculares no dia seguinte

A noite passada nem foi tão boa assim e você está com dores nas pernas, na coluna lombar e, ainda por cima, exausto? Isso pode acontecer porque o seu preparo físico não está lá aquelas coisas e um esforço físico mais intenso, como a relação sexual, acaba exigindo dos seus músculos mais do que eles podem dar. "Além disso, o exercício físico pode ajudar a emagrecer e a aumentar a autoestima, melhorando a segurança e a busca pelo prazer", conta o personal trainer Givanildo Mathias, da assessoria Test Trainer, de São Paulo. O Minha Vida conversou com os especialistas e elegeu uma lista de exercícios que vão te ajudar a arrasar na cama.

1 - Condicionamento físico

Nem tudo o que é bom precisa durar pouco. Se você concorda, sabe que um bom condicionamento físico é indispensável para ter fôlego e aguentar mais tempo de relação. "A aptidão cardiorrespiratória é um pré-requisito principalmente para as pessoas mais ativas sexualmente", conta o personal trainer Givanildo. O especialista recomenda atividades aeróbicas, como a caminhada, a corrida, a bicicleta e a natação para deixar o corpo tinindo para a atividade sexual. "Além de prolongar o tempo de atividade, isso vai proteger o coração da sobrecarga que ocorre durante o sexo", complementa.

2 - Fortalecimento de membros inferiores

Essa dica vai principalmente para as mulheres: "As posições em que a mulher se coloca durante a atividade sexual exigem muita força das pernas, se elas estiverem fracas, as dores nesses membros podem durar dias", explica Givanildo Mathias. Para preparar o corpo para a relação, vale lançar mão de um antigo aliado: o agachamento. "Esse exercício trabalha o quadríceps femoral, o glúteo e a musculatura posterior da coxa", conta. Aposte nesse "três em um" para deixar o sexo ainda mais interessante.

3 - Fortalecimento de membros superiores

 Os homens precisam de braços mais fortes para dar todo o suporte que uma mulher precisa. Givanildo recomenda os tradicionais supino e crucifixo para deixar os membros superiores em forma. "Esses exercícios fortalecem os músculos da pegada", reforça o especialista. Confira as dicas para malhar os braços sem sofrer lesões.

4 - Abdominal

Tanto homens quanto mulheres precisam de um abdômen bem malhado para a atividade sexual. A dica para conseguir uma barriga trincada é variar de três a quatro tipos de abdominal. "Aposte no abdominal tradicional, depois faça o oblíquo e termine com o exercício para a parte baixa do ventre", recomenda Givanildo Mathias. Aprenda quatro tipos desse exercício. Mas se você foge da academia, vale a pena conferir outros seis exercícios que deixam a barriga chapada.

5 - Coluna lombar saudável

Os músculos da região lombar da coluna são os antagonistas dos abdominais, muito solicitados durante a atividade sexual. O seu fortalecimento propicia um desempenho sexual muito melhor e previne dores nas costas no dia seguinte. "Os principais exercícios são abdominais, de extensão de coluna e quadril, flexão de coluna e quadril e exercícios de inclinação lateral do tronco", recomenda o educador físico Rodolpho Sunica, do Spa Sorocaba. "A extensão da coluna também vai ajudar a fortalecer a musculatura paravertebral, responsável por esse movimento", explica.

6 - Alongamentos

"Os alongamentos são primordiais, pois melhoram muito a amplitude articular, evitando lesões durante a atividade sexual", explica Rodolpho Sunica. Os exercícios mais recomendados são os alongamentos para a região da coluna e as pernas, principalmente a região posterior da coxa. Lembre-se de segurar o membro alongado por pelo menos 15 segundos. Vale investir em uma aula específica de alongamentos, ou até mesmo em yoga e pilates, práticas que englobam alguns tipos de alongamento.

7 - Quadril soltinho

Um bom jogo de cintura, principalmente para as mulheres, é essencial para uma boa relação sexual. "Elas podem investir em exercícios com bola suíça, que ajudam no fortalecimento, no equilíbrio, na coordenação e na estabilidade do quadril", orienta Rodolpho Sunica. Sentada na bola, faça círculos com o quadril no sentido horário e no anti-horário. Vale também projetar a pelve para frente e para trás.
03:41

Quatro tipos de abdominais que deixam a sua barriga definida

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É preciso fortificar todos os músculos da região para ficar com um legítimo "tanque"


Ir à academia perder a barriga para o verão parece não ser uma tarefa complicada. Para ficar com a barriga definida basta fazer abdominais, certo? Errado. Antes, é preciso acabar com a camada de gordura que se acumulou na parte abdominal, chamada gordura central. "O abdominal busca o fortalecimento e a tonificação dos músculos, e não queimar calorias. Quem começa a fazer esse exercício buscando perder peso, está perdendo tempo. Para ficar com os músculos da barriga definidos e aparentes, é preciso primeiro perder a camada de gordura acumulada na região da barriga", diz o personal trainer Ivaldo Lorentis. 

O especialista avisa que os exercícios abdominais não devem ser feitos todos os dias. Segundo ele, isso sobrecarrega a musculatura, causando dores e lesões que prejudicam o programa de exercícios. Normalmente, pessoas que tentam fazer todos os dias com pressa de ficar com a barriga definida passam semanas lesionadas. 

Também é preciso variar os tipos de abdominal para ter uma barriga bem definida por completo. "Cada tipo de abdominal trabalha uma parte da barriga. Desde o clássico até o feito com as pernas elevadas, todos têm um benefício para um músculo determinado da barriga", conta o personal trainer. Aprenda a fazer quatro tipos desse exercício: 

Abdominal tradicional

Para quem está começando, esse sem dúvida é o tipo de abdominal mais indicado. Como o movimento é simples e intuitivo, é mais difícil se movimentar errado e não ter resultados positivos. "O primeiro passo é ficar deitado com as costas encostadas no chão, e com as pernas flexionadas, com os joelhos apontando para o teto e como os pés apoiados no chão. Depois, basta levantar a parte superior do corpo apenas com a força dos músculos abdominais, sem ter pressa ou sem tentar encostar o peito nos joelhos flexionados", diz Ivaldo. Seguindo essas dicas, é mais provável que só o abdômen esteja sendo trabalhado. O abdominal tradicional trabalha principalmente a parte superior do abdômen, tanto por causa da respiração quanto pelo movimento do corpo. 

O número de abdominais desse tipo indicado para cada pessoa é em torno de três séries de 25 flexões a cada dois dias. Uma técnica eficiente para saber quantas flexões devemos fazer é a seguinte: faça o máximo de abdominais que conseguir sem parar. Conte o número de flexões e o divida por dois. Depois disso, faça três séries desse número. Se uma pessoa consegue fazer 30 flexões sem parar, ela é capaz de fazer três séries de 15 sem ficar sobrecarregada.  


Abdominal oblíquo (perna cruzada)

Esse tipo de exercício deve ser feito para quem busca tonificar especificamente a parte lateral, também chamada de musculatura oblíqua, do abdômen. "Ele não é simples de ser feito, mas não é tão intenso quanto o abdominal com perna elevada e o com apoio", explica Ivaldo Lorentis. 

Por mais que a concentração na contração muscular seja necessária em todos os tipos de abdominal, para o obliquo a atenção deve ser dobrada. "Como se trata de um movimento complexo, que envolve perna, braços e barriga, é comum que as pessoas estejam puxando a cabeça com os braços no final do exercício", diz o especialista. 

Para começar, flexione e cruze uma perna por cima da outra, apoiando a panturrilha de uma das pernas no joelho da outra. Mantenha um braço atrás da nuca e outro estendido do lado do corpo. O braço flexionado deve estar do lado contrário da perna dobrada. Depois de estar nessa posição, faça a elevação como se estivesse tentando encostar o cotovelo do braço que está flexionado no joelho da perna apoiada. 

Abdominal com apoio

Esse tipo de abdominal é mais intenso do que o tradicional e deve ser feito com menos repetições. "Como é um movimento mais difícil, 10 repetições por dia já são suficientes para trabalhar os músculos de forma satisfatória", diz o personal trainer. Utilize uma cadeira para apoiar as pernas e deixá-las alinhadas com os joelhos. Com as mãos na nuca, faça o movimento de elevação, depois volte à mesma posição. É importante que as pernas fiquem paralelas ao solo e não mudem de posição. Com esse movimento, os músculos da parte inferior e mediana do abdômen são fortificados. 

Mas, como se trata de um movimento muito específico, que força bastante a coluna, pessoas que têm problemas de hérnia de disco não devem fazer esse tipo de abdominal. 
"Essa flexão pode ser realizada 30 vezes de cada lado a cada dois dias, e não é aconselhável para quem tem algum tipo de problema na região cervical", explica o personal trainer. 

Abdominal com perna elevada

Esse tipo de abdominal é parecido com o feito com apoio de uma cadeira, com a diferença de que as pernas devem ficar elevadas sem nenhum tipo de auxílio. Só essa posição já é suficiente para forçar a parte inferior dos músculos abdominais. Mas, quando o exercício começa de verdade, as musculaturas inferior, média e superior de nossa barriga são trabalhadas ao mesmo tempo, tornando esse tipo de abdominal, além do mais intenso, o que trabalha mais músculos. 

"Como é um exercício bastante avançado, devem ser feitas apenas 20 flexões, para todas as pessoas que não tem nenhum tipo de problema de coluna. Quanto mais devagar for feito o abdominal, maior será o resultado que o exercício demonstrará", diz Ivaldo.
04:52

Descubra os sete exercícios infalíveis para perder o culote

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Só torrar calorias com os aeróbios não basta para enxugar medidas dos quadris


Perder gordura na região do quadril e das coxas, ou diminuir o culote, é um dos maiores desafios das mulheres que seguem firme um programa de treino. As medidas em outras áreas do corpo vão secando, mas a gordura localizada na lateral permanece e até chega a desmotivar, algumas vezes. "Quando você faz um exercício aeróbio, contribui para diminuir o culote, mas existem movimentos específicos que aceleram os resultados", afirma o personal trainer Luiz Gangi, da academia Gangi Sports, em São Paulo.

Você descobre a seguir que exercícios são estes. O especialista recomenda aos iniciantes de duas a três séries com 15 a 20 repetições para cada um deles. Se você tiver alguma dúvida quanto à intensidade dos treinos ou à postura correta de execução, procure um personal trainer antes de dar início à série - esta é a melhor maneira de prevenir lesões.


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Bicicleta

Seja pedalando nas ruas ou numa ergométrica, o treino com bicicleta ajuda a perder as gorduras da região do quadril e coxas. "Como a atividade de pedalar é aeróbia, ela utiliza gorduras como fonte energética, nesse caso as das coxas e glúteos, áreas mais acionadas no exercício", afirma o personal trainer Juliano Farah, gerente de musculação da Cia Athletica de Brasília. 
04:30

11 mitos e verdades sobre a pele oleosa

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Desvende mitos e aprenda a cuidar corretamente da pele com excesso de oleosidade


Rosto brilhoso, cabelo grudado na testa, fios com aspecto sujo, acne e cravos por todo lugar. Não é fácil a vida de quem tem pele oleosa - e olha que não é pouca gente que tem. Entre todos os tipos de pele, a de aspecto oleoso é o mais comum entre os brasileiros. Causada pela produção excessiva de sebo pelas glândulas sebáceas, a pele oleosa traz consigo uma série de mitos que, de tão repetidos, acabaram virando falsas verdades. Mas, afinal, como saber se a pele é de fato oleosa?

A pele elimina quantidades mínimas, porém constantes, de gordura que, junto com o suor, formam uma película que cobre e protege a pele, contribuindo para a coesão, lubrificação e proteção da pele. Quando as glândulas sebáceas produzem mais sebo que o necessário, ou seja, quando a pele elimina quantidades excessivas de gordura, ela se torna gordurosa e brilhante, com poros dilatados principalmente na região central da face, nariz, bochechas e queixo - a chamada zona T.

Algumas doenças também estão relacionadas à pele oleosa, como a acne, rosácea, dermatite seborreica e hiperplasia sebácea. "O estresse, o consumo da proteína do leite e o uso de medicamentos antidepressivos e antipsicóticos são fatores que podem levar as glândulas sebáceas a produzir mais sebo do que o normal", afirma a dermatologista Christiana Blattner. Mas é verdade que pessoas com pele oleosa têm menos rugas? É verdade que a oleosidade presente na pele retarda o processo de envelhecimento? E o protetor solar, afinal de contas, aumenta ou diminui a oleosidade na pele? Saiba identificar o que é mito e o que é verdade quanto o assunto é pele oleosa. 

1-Lavar o rosto várias vezes ao dia elimina a oleosidade

Mito. Quando você retira o sebo do rosto durante a lavagem, a pele automaticamente o repõe, pois essa gordura que é eliminada existe para proteger a nossa pele, como se fosse uma película. Isso significa que não adianta lavar o rosto várias vezes ao dia, achando que isso vai reduzir a oleosidade. O ideal mesmo é fazer a limpeza com sabonete duas vezes ao dia. "Dê preferência aos sabões à base de enxofre e ácido salicílico", recomenda o dermatologista Abdo Salomão. E muita atenção para a temperatura da água! Se ela estiver muito quente, acabará removendo a oleosidade natural da pele e incentivará as glândulas a produzir mais sebo. Se estiver muito fria, os poros da pele não se abrirão o suficiente para que a lavagem seja completa e eficaz. Por isso, o ideal é sempre lavar o rosto em água morna.

2-Quem tem pele oleosa pode usar maquiagem todos os dias

Verdade. Antigamente, os itens de beleza bloqueavam os poros e não deixavam a pele respirar propriamente. "Hoje em dia, no entanto, já existem tecnologias avançadas que permitem que até mesmo pessoas com pele oleosa possam fazer uso de maquiagem diariamente", explica Christiana Blattner.

A verdade é que, hoje, muitas mulheres usam maquiagem justamente para disfarçar os efeitos da pele oleosa. O pó compacto e o primer são ótimas opções para esconder o brilho causado pela oleosidade excessiva - e muitos são destinados exclusivamente a pessoas com pele oleosa, pois tem efeito mate, que dão aspecto seco e não incentivam a produção de sebo pelas glândulas. Desde que os produtos sejam removidos corretamente depois, pode usar maquiagem sem medo. 

3-O verão aumenta a oleosidade da pele

Verdade. O calor estimula a oleosidade e é comum que em dias mais quentes as glândulas sebáceas produzam mais sebo do que o normal. Pode reparar: no verão, principalmente, a pele está sempre com um aspecto mais brilhoso e pesado do que nas estações mais frias do ano. Não à toa que costuma-se muito ouvir que a pele fica mais bonita no inverno, quando as temperaturas geralmente estão mais baixas e as glândulas não costumam produzir tanta gordura.

Mas, segundo o dermatologista Abdo Salomão, é possível driblar o excesso de oleosidade na pele causado pelo calor. "Uma solução é manter o ambiente sempre arejado e refrigerado", diz.

Então, se por um lado o verão é o inimigo da pele oleosa, por outro o ar condicionado... também é. Acontece que, em dias muito quentes, é praticamente impossível ficar sem aquele ar geladinho. O problema é que o ar condicionado resseca o ambiente, ajudando a desidratar a pele também. Com isso, há um aumento na produção de sebo, como uma reação natural do corpo para tentar reduzir os danos causados pela desidratação. Então não tem solução? Tem sim. No calor, beba sempre muita água. Manter-se hidratado é essencial para manter a pele sempre com aparência saudável e, principalmente, livre da oleosidade!

4-Esfoliantes e esponja vegetal reduzem a oleosidade

Mito. O que acontece é justamente o contrário. Sabonetes esfoliantes limpam profundamente, mas removem a oleosidade natural e ressacam a pele. O resultado disso é um aumento na produção de sebo decorrente do uso incorreto do esfoliante. 

Além disso, a famosa bucha, conhecida por proporcionar limpeza profunda, é um verdadeiro hotel de bactérias. Isso porque, depois de usadas, as esponjas vegetais acumulam as células mortas da pele removidas durante o banho. Some isso ao ambiente úmido do chuveiro, e que também há pouca circulação de ar, e voilá: temos todas as condições perfeitas para a proliferação das bactérias, que se alimentam de qualquer matéria orgânica, como as células mortas, para crescer de tamanho. A cada banho tomado e a cada vez que a bucha é usada e não é secada corretamente, a população de bactérias aumenta. E o pior: a esponja vegetal espalha novamente pelo corpo toda a sujeira que tirou dele no banho anterior.

Se usada com muita regularidade, a bucha pode agredir a pele, e quando ela é muito estimulada, a oleosidade aumenta e os poros podem se obstruir.

5-A alimentação influencia na oleosidade da pele

Verdade. "Alguns alimentos influenciam na produção de gordura pelas glândulas sebáceas, especialmente farináceos (farinha de trigo, farinha de mandioca, farinha de aveia etc) e os que contenham proteína do leite, como queijos, iogurtes, o próprio leite, entre outros", explica a Dra. Christiana Blatter. "Esses alimentos estimulam a produção de insulina, o que, somada à ação hormonal, leva ao surgimento mais frequente de cravos e acnes no rosto", diz. Por isso é tão comum adolescentes terem muitas espinhas, principalmente na face. Juntam-se as alterações hormonais típicas dessa fase da vida a maus hábitos alimentares e pronto: o resultado é uma pele com muito mais oleosidade. O dermatologista Abdo Salomão concorda. "Alimentos muito gordurosos, como frituras, e os que contém cacau também podem aumentar a produção de sebo pelas glândulas", afirma.

6-Pele oleosa não precisa de hidratante

Mito. Não é porque a pele é oleosa que ela não precisa ser bem tratada, não é mesmo? "Hoje em dia, existem produtos exclusivamente voltados para pessoas com maior oleosidade na pele", afirma a dermatologista Christiana Blattner. "Esses produtos hidratam e ainda têm efeito mate, que confere aspecto seco à pele", diz. Procure por produtos oil free, e prefira géis no lugar de cremes.

7-Pessoas com pele oleosa têm maior tendência à acne e aos cravos

Verdade. As acnes e os cravos só aparecem em peles em que há um acúmulo de gordura nos poros, de modo que isso só pode ocorrer com pessoas que produzam sebo em excesso ? característica base da pele oleosa.

Esses problemas são mais comuns durante a adolescência, quando ocorrem alterações hormonais e um pico na produção de insulina pelo organismo. No entanto, pessoas com pele oleosa também têm problemas com acnes e cravos durante toda a vida, a não ser em casos em que a oleosidade seja reduzida com o passar dos anos. 

8-Usar protetor solar aumenta a oleosidade

Mito. Não há relação alguma entre a oleosidade excessiva produzida pelo corpo com o uso do protetor do solar. "Existe esse mito porque filtros solares também são hidratantes, e acredita-se que pele oleosa não precisa de hidratação", explica Christiana Blattner. "As pessoas estão projetando a culpa da oleosidade da pele no protetor solar, quando na verdade o problema está nela mesma", afirma.

Os protetores solares na realidade não só não pioram a oleosidade como ajudam a combatê-la. Isso porque os filtros solares, por terem ação hidratante ? a ponto de manter até mesmo a pele seca hidratada ? preservam a oleosidade natural e conferem aspecto brilhoso à pele, garantindo, assim, a refração da luz solar. Isso, além de preservar a saúde da pele, retarda o envelhecimento, não resseca a pele e, portanto, não estimula a produção de sebo como forma de compensação à oleosidade perdida durante a exposição solar. 

9-Comer chocolate aumenta a oleosidade?

Parcialmente verdade. Você com certeza já ouviu dizer por aí que chocolate causa espinha. Não é que isso seja inteiramente mentira, mas há muito exagero nessa história. Como muitos chocolates levam leite, então não é incorreto dizer que eles podem causar, sim, um excesso de oleosidade na pele e um posterior surgimento de acnes e cravos em alguns pacientes, por serem alimentos gordurosos, e que portanto interferem na produção de gordura pelas glândulas sebáceas e estimulam a produção de insulina, levando a um mecanismo hormonal que aumenta acne na pele. Mas existem outros tipos de chocolate, com quantidades maiores de cacau e menores de leite, por exemplo, que não levam a uma produção maior de sebo pelas glândulas.

10-Quem tem pele oleosa envelhece mais devagar

Mito. "O que acontece é que, ao contrário da pele seca, a pele com mais oleosidade refrata melhor a luz solar e, com isso, apresenta menos rugas, manchas e outras marcas da idade", explica a dermatologista Christiana Blattner. Então quer dizer que o sol é inimigo da pele? Calma lá. A exposição ao sol não somente é benéfica como também é a maior fonte existente de vitamina D - um importante nutriente para nosso corpo que é capaz de prevenir 17 tipos de câncer e que ainda fortalece os ossos, protege o coração, previne e controla a diabetes e pode ajudar até no tratamento de doenças autoimunes. Mas, como tudo na vida, tomar sol demais também faz mal. Por isso o uso de protetor solar é imprescindível para manter a saúde da pele, e até mesmo para retardar os efeitos do envelhecimento. O protetor solar, assim como a oleosidade natural da pele, funciona como um refrator dos raios UVA e UVB. Quanto menor a incidência deles sobre a pele desprotegida, menores serão os efeitos nocivos sobre a saúde e a boa aparência da pele.

11-Quem tem pele oleosa também tem cabelo oleoso

Verdade. A pele oleosa é causada pela produção excessiva de sebo pelas glândulas sebáceas, então o excesso de oleosidade produzido pelo corpo também se estende ao couro cabeludo, conferindo aspecto oleoso aos fios também.
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Oito benefícios do sexo para a saúde

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Vida sexual ativa alivia dores, melhora o sono e estimula a longevidade

Sexo é bom e ainda faz bem para a saúde! O orgasmo, por exemplo, é uma das sensações mais íntimas e deliciosas para homens e mulheres e é muito mais do que sinal do sucesso de uma relação sexual. A cada dia, os cientistas descobrem novos efeitos desta reação orgânica que, além de melhorar as emoções, faz muito pela sua saúde. "O orgasmo contribui para que homens e mulheres vivam com mais qualidade, trata-se de um momento de prazer que reverbera por vários dias", afirma o ginecologista Neucenir Gallani, da clínica SYMCO. 

Porém, apesar de proporcionar prazer e qualidade de vida, uma pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) revelou que 70 % dos brasileiros fazem menos sexo do que declaram em conversas e pesquisas públicas. Por isso, o Minha Vida estimula você a melhorar essa situação trazendo o que a ciência e os especialistas andam dizendo por aí sobre os benefícios que uma vida sexual ativa trazem ao corpo. Confira: 

Alivia as crises de enxaqueca
Quando seu parceiro reclamar, dizendo que não quer sexo porque está com dor de cabeça, reverta a desculpa a favor da saúde dele. Segundo o médico Neucenir Gallani, o orgasmo libera substâncias, como as endorfinas, que atuam no sistema nervoso. "Elas diminuem a sensibilidade à dor, relaxando a musculatura e melhorando o humor", afirma. 

Melhora o aspecto da pele

Fazer sexo, principalmente no período da manhã, é um poderoso aliado da beleza para manter a juventude. Essa foi a conclusão de um estudo, realizado por cientistas da Universidade Queens (Reino Unido). De acordo com os pesquisadores, atingir o orgasmo aumenta os níveis de estrogênio, testosterona e de outros hormônios ligados ao brilho e a textura da pele e dos cabelos. 

Além disso, quando há o orgasmo, ocorre uma vasodilatação superficial dos vasos, até aumentando a temperatura em algumas pessoas. Com isso, a pele ganha uma aparência mais viçosa, e o brilho natural dela fica em destaque. 

Alivia as cólicas da TPM

O ginecologista Neucenir Gallani faz questão de reforçar que isso não é uma regra, mas acontece com algumas mulheres. Os movimentos realizados durante o sexo estimulam os órgãos internos, que ficam mais relaxados e, com isso, há diminuição das dores que incomodam seu bem-estar nos dias antes da menstruação. "Mas há mulheres que, na fase pré-menstrual, não têm disposição para o sexo e forçar a barra pode ser pior", diz o ginecologista. 

Melhora o sono

O relaxamento que o orgasmo traz contribui para que você durma melhor, e não apenas no dias em que houver sexo. A reação tem efeito prolongado, devido a ação dos neurotransmissores que passam a agir no seu organismo com mais regularidade e numa quantidade maior. 

Diminui o estresse

O médico faz questão de ressaltar que o orgasmo não deve ser encarado como um remédio calmante, mas como parte de uma relação afetiva que traz prazer. Quando isso acontece, os níveis de estresse tendem a diminuir não só pela estabilidade emocional, mas também porque os chamados hormônios do estresse, como o cortisol, apresentam atividade reduzida. Quem trouxe essa novidade foi um estudo escocês recém-publicado na revista Biological Psychology. 

Diminui os riscos de infarto

Um estudo da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, realizado com mais de 3 mil homens de 45 a 59 anos, concluiu, após 20 anos, que o sexo frequente pode reduzir o risco de infartos fatais e de derrames. De acordo com as conclusões da pesquisa, a morte súbita causada por problemas de coração é mais comum entre homens que afirmam ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual.  

Queima calorias

Segundo a Associação Americana de Educadores e Terapeutas Sexuais, a atividade sexual pode ser um ótimo exercício para o corpo. Isso porque meia hora de sexo queimam, em média, 85 calorias. Portanto, se você está sem paciência para ir à academia, que tal optar pelo plano B? 

Aumenta a imunidade

Um estudo feito pela Wilkes University, nos Estados Unidos, mostrou que uma vida sexual ativa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA , responsável pela proteção do organismo de infecções, gripes e resfriados.  

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