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Quatro tipos de abdominais que deixam a sua barriga definida

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É preciso fortificar todos os músculos da região para ficar com um legítimo "tanque"


Ir à academia perder a barriga para o verão parece não ser uma tarefa complicada. Para ficar com a barriga definida basta fazer abdominais, certo? Errado. Antes, é preciso acabar com a camada de gordura que se acumulou na parte abdominal, chamada gordura central. "O abdominal busca o fortalecimento e a tonificação dos músculos, e não queimar calorias. Quem começa a fazer esse exercício buscando perder peso, está perdendo tempo. Para ficar com os músculos da barriga definidos e aparentes, é preciso primeiro perder a camada de gordura acumulada na região da barriga", diz o personal trainer Ivaldo Lorentis. 

O especialista avisa que os exercícios abdominais não devem ser feitos todos os dias. Segundo ele, isso sobrecarrega a musculatura, causando dores e lesões que prejudicam o programa de exercícios. Normalmente, pessoas que tentam fazer todos os dias com pressa de ficar com a barriga definida passam semanas lesionadas. 

Também é preciso variar os tipos de abdominal para ter uma barriga bem definida por completo. "Cada tipo de abdominal trabalha uma parte da barriga. Desde o clássico até o feito com as pernas elevadas, todos têm um benefício para um músculo determinado da barriga", conta o personal trainer. Aprenda a fazer quatro tipos desse exercício: 

Abdominal tradicional

Para quem está começando, esse sem dúvida é o tipo de abdominal mais indicado. Como o movimento é simples e intuitivo, é mais difícil se movimentar errado e não ter resultados positivos. "O primeiro passo é ficar deitado com as costas encostadas no chão, e com as pernas flexionadas, com os joelhos apontando para o teto e como os pés apoiados no chão. Depois, basta levantar a parte superior do corpo apenas com a força dos músculos abdominais, sem ter pressa ou sem tentar encostar o peito nos joelhos flexionados", diz Ivaldo. Seguindo essas dicas, é mais provável que só o abdômen esteja sendo trabalhado. O abdominal tradicional trabalha principalmente a parte superior do abdômen, tanto por causa da respiração quanto pelo movimento do corpo. 

O número de abdominais desse tipo indicado para cada pessoa é em torno de três séries de 25 flexões a cada dois dias. Uma técnica eficiente para saber quantas flexões devemos fazer é a seguinte: faça o máximo de abdominais que conseguir sem parar. Conte o número de flexões e o divida por dois. Depois disso, faça três séries desse número. Se uma pessoa consegue fazer 30 flexões sem parar, ela é capaz de fazer três séries de 15 sem ficar sobrecarregada.  


Abdominal oblíquo (perna cruzada)

Esse tipo de exercício deve ser feito para quem busca tonificar especificamente a parte lateral, também chamada de musculatura oblíqua, do abdômen. "Ele não é simples de ser feito, mas não é tão intenso quanto o abdominal com perna elevada e o com apoio", explica Ivaldo Lorentis. 

Por mais que a concentração na contração muscular seja necessária em todos os tipos de abdominal, para o obliquo a atenção deve ser dobrada. "Como se trata de um movimento complexo, que envolve perna, braços e barriga, é comum que as pessoas estejam puxando a cabeça com os braços no final do exercício", diz o especialista. 

Para começar, flexione e cruze uma perna por cima da outra, apoiando a panturrilha de uma das pernas no joelho da outra. Mantenha um braço atrás da nuca e outro estendido do lado do corpo. O braço flexionado deve estar do lado contrário da perna dobrada. Depois de estar nessa posição, faça a elevação como se estivesse tentando encostar o cotovelo do braço que está flexionado no joelho da perna apoiada. 

Abdominal com apoio

Esse tipo de abdominal é mais intenso do que o tradicional e deve ser feito com menos repetições. "Como é um movimento mais difícil, 10 repetições por dia já são suficientes para trabalhar os músculos de forma satisfatória", diz o personal trainer. Utilize uma cadeira para apoiar as pernas e deixá-las alinhadas com os joelhos. Com as mãos na nuca, faça o movimento de elevação, depois volte à mesma posição. É importante que as pernas fiquem paralelas ao solo e não mudem de posição. Com esse movimento, os músculos da parte inferior e mediana do abdômen são fortificados. 

Mas, como se trata de um movimento muito específico, que força bastante a coluna, pessoas que têm problemas de hérnia de disco não devem fazer esse tipo de abdominal. 
"Essa flexão pode ser realizada 30 vezes de cada lado a cada dois dias, e não é aconselhável para quem tem algum tipo de problema na região cervical", explica o personal trainer. 

Abdominal com perna elevada

Esse tipo de abdominal é parecido com o feito com apoio de uma cadeira, com a diferença de que as pernas devem ficar elevadas sem nenhum tipo de auxílio. Só essa posição já é suficiente para forçar a parte inferior dos músculos abdominais. Mas, quando o exercício começa de verdade, as musculaturas inferior, média e superior de nossa barriga são trabalhadas ao mesmo tempo, tornando esse tipo de abdominal, além do mais intenso, o que trabalha mais músculos. 

"Como é um exercício bastante avançado, devem ser feitas apenas 20 flexões, para todas as pessoas que não tem nenhum tipo de problema de coluna. Quanto mais devagar for feito o abdominal, maior será o resultado que o exercício demonstrará", diz Ivaldo.
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Descubra os sete exercícios infalíveis para perder o culote

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Só torrar calorias com os aeróbios não basta para enxugar medidas dos quadris


Perder gordura na região do quadril e das coxas, ou diminuir o culote, é um dos maiores desafios das mulheres que seguem firme um programa de treino. As medidas em outras áreas do corpo vão secando, mas a gordura localizada na lateral permanece e até chega a desmotivar, algumas vezes. "Quando você faz um exercício aeróbio, contribui para diminuir o culote, mas existem movimentos específicos que aceleram os resultados", afirma o personal trainer Luiz Gangi, da academia Gangi Sports, em São Paulo.

Você descobre a seguir que exercícios são estes. O especialista recomenda aos iniciantes de duas a três séries com 15 a 20 repetições para cada um deles. Se você tiver alguma dúvida quanto à intensidade dos treinos ou à postura correta de execução, procure um personal trainer antes de dar início à série - esta é a melhor maneira de prevenir lesões.


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Bicicleta

Seja pedalando nas ruas ou numa ergométrica, o treino com bicicleta ajuda a perder as gorduras da região do quadril e coxas. "Como a atividade de pedalar é aeróbia, ela utiliza gorduras como fonte energética, nesse caso as das coxas e glúteos, áreas mais acionadas no exercício", afirma o personal trainer Juliano Farah, gerente de musculação da Cia Athletica de Brasília. 
04:30

11 mitos e verdades sobre a pele oleosa

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Desvende mitos e aprenda a cuidar corretamente da pele com excesso de oleosidade


Rosto brilhoso, cabelo grudado na testa, fios com aspecto sujo, acne e cravos por todo lugar. Não é fácil a vida de quem tem pele oleosa - e olha que não é pouca gente que tem. Entre todos os tipos de pele, a de aspecto oleoso é o mais comum entre os brasileiros. Causada pela produção excessiva de sebo pelas glândulas sebáceas, a pele oleosa traz consigo uma série de mitos que, de tão repetidos, acabaram virando falsas verdades. Mas, afinal, como saber se a pele é de fato oleosa?

A pele elimina quantidades mínimas, porém constantes, de gordura que, junto com o suor, formam uma película que cobre e protege a pele, contribuindo para a coesão, lubrificação e proteção da pele. Quando as glândulas sebáceas produzem mais sebo que o necessário, ou seja, quando a pele elimina quantidades excessivas de gordura, ela se torna gordurosa e brilhante, com poros dilatados principalmente na região central da face, nariz, bochechas e queixo - a chamada zona T.

Algumas doenças também estão relacionadas à pele oleosa, como a acne, rosácea, dermatite seborreica e hiperplasia sebácea. "O estresse, o consumo da proteína do leite e o uso de medicamentos antidepressivos e antipsicóticos são fatores que podem levar as glândulas sebáceas a produzir mais sebo do que o normal", afirma a dermatologista Christiana Blattner. Mas é verdade que pessoas com pele oleosa têm menos rugas? É verdade que a oleosidade presente na pele retarda o processo de envelhecimento? E o protetor solar, afinal de contas, aumenta ou diminui a oleosidade na pele? Saiba identificar o que é mito e o que é verdade quanto o assunto é pele oleosa. 

1-Lavar o rosto várias vezes ao dia elimina a oleosidade

Mito. Quando você retira o sebo do rosto durante a lavagem, a pele automaticamente o repõe, pois essa gordura que é eliminada existe para proteger a nossa pele, como se fosse uma película. Isso significa que não adianta lavar o rosto várias vezes ao dia, achando que isso vai reduzir a oleosidade. O ideal mesmo é fazer a limpeza com sabonete duas vezes ao dia. "Dê preferência aos sabões à base de enxofre e ácido salicílico", recomenda o dermatologista Abdo Salomão. E muita atenção para a temperatura da água! Se ela estiver muito quente, acabará removendo a oleosidade natural da pele e incentivará as glândulas a produzir mais sebo. Se estiver muito fria, os poros da pele não se abrirão o suficiente para que a lavagem seja completa e eficaz. Por isso, o ideal é sempre lavar o rosto em água morna.

2-Quem tem pele oleosa pode usar maquiagem todos os dias

Verdade. Antigamente, os itens de beleza bloqueavam os poros e não deixavam a pele respirar propriamente. "Hoje em dia, no entanto, já existem tecnologias avançadas que permitem que até mesmo pessoas com pele oleosa possam fazer uso de maquiagem diariamente", explica Christiana Blattner.

A verdade é que, hoje, muitas mulheres usam maquiagem justamente para disfarçar os efeitos da pele oleosa. O pó compacto e o primer são ótimas opções para esconder o brilho causado pela oleosidade excessiva - e muitos são destinados exclusivamente a pessoas com pele oleosa, pois tem efeito mate, que dão aspecto seco e não incentivam a produção de sebo pelas glândulas. Desde que os produtos sejam removidos corretamente depois, pode usar maquiagem sem medo. 

3-O verão aumenta a oleosidade da pele

Verdade. O calor estimula a oleosidade e é comum que em dias mais quentes as glândulas sebáceas produzam mais sebo do que o normal. Pode reparar: no verão, principalmente, a pele está sempre com um aspecto mais brilhoso e pesado do que nas estações mais frias do ano. Não à toa que costuma-se muito ouvir que a pele fica mais bonita no inverno, quando as temperaturas geralmente estão mais baixas e as glândulas não costumam produzir tanta gordura.

Mas, segundo o dermatologista Abdo Salomão, é possível driblar o excesso de oleosidade na pele causado pelo calor. "Uma solução é manter o ambiente sempre arejado e refrigerado", diz.

Então, se por um lado o verão é o inimigo da pele oleosa, por outro o ar condicionado... também é. Acontece que, em dias muito quentes, é praticamente impossível ficar sem aquele ar geladinho. O problema é que o ar condicionado resseca o ambiente, ajudando a desidratar a pele também. Com isso, há um aumento na produção de sebo, como uma reação natural do corpo para tentar reduzir os danos causados pela desidratação. Então não tem solução? Tem sim. No calor, beba sempre muita água. Manter-se hidratado é essencial para manter a pele sempre com aparência saudável e, principalmente, livre da oleosidade!

4-Esfoliantes e esponja vegetal reduzem a oleosidade

Mito. O que acontece é justamente o contrário. Sabonetes esfoliantes limpam profundamente, mas removem a oleosidade natural e ressacam a pele. O resultado disso é um aumento na produção de sebo decorrente do uso incorreto do esfoliante. 

Além disso, a famosa bucha, conhecida por proporcionar limpeza profunda, é um verdadeiro hotel de bactérias. Isso porque, depois de usadas, as esponjas vegetais acumulam as células mortas da pele removidas durante o banho. Some isso ao ambiente úmido do chuveiro, e que também há pouca circulação de ar, e voilá: temos todas as condições perfeitas para a proliferação das bactérias, que se alimentam de qualquer matéria orgânica, como as células mortas, para crescer de tamanho. A cada banho tomado e a cada vez que a bucha é usada e não é secada corretamente, a população de bactérias aumenta. E o pior: a esponja vegetal espalha novamente pelo corpo toda a sujeira que tirou dele no banho anterior.

Se usada com muita regularidade, a bucha pode agredir a pele, e quando ela é muito estimulada, a oleosidade aumenta e os poros podem se obstruir.

5-A alimentação influencia na oleosidade da pele

Verdade. "Alguns alimentos influenciam na produção de gordura pelas glândulas sebáceas, especialmente farináceos (farinha de trigo, farinha de mandioca, farinha de aveia etc) e os que contenham proteína do leite, como queijos, iogurtes, o próprio leite, entre outros", explica a Dra. Christiana Blatter. "Esses alimentos estimulam a produção de insulina, o que, somada à ação hormonal, leva ao surgimento mais frequente de cravos e acnes no rosto", diz. Por isso é tão comum adolescentes terem muitas espinhas, principalmente na face. Juntam-se as alterações hormonais típicas dessa fase da vida a maus hábitos alimentares e pronto: o resultado é uma pele com muito mais oleosidade. O dermatologista Abdo Salomão concorda. "Alimentos muito gordurosos, como frituras, e os que contém cacau também podem aumentar a produção de sebo pelas glândulas", afirma.

6-Pele oleosa não precisa de hidratante

Mito. Não é porque a pele é oleosa que ela não precisa ser bem tratada, não é mesmo? "Hoje em dia, existem produtos exclusivamente voltados para pessoas com maior oleosidade na pele", afirma a dermatologista Christiana Blattner. "Esses produtos hidratam e ainda têm efeito mate, que confere aspecto seco à pele", diz. Procure por produtos oil free, e prefira géis no lugar de cremes.

7-Pessoas com pele oleosa têm maior tendência à acne e aos cravos

Verdade. As acnes e os cravos só aparecem em peles em que há um acúmulo de gordura nos poros, de modo que isso só pode ocorrer com pessoas que produzam sebo em excesso ? característica base da pele oleosa.

Esses problemas são mais comuns durante a adolescência, quando ocorrem alterações hormonais e um pico na produção de insulina pelo organismo. No entanto, pessoas com pele oleosa também têm problemas com acnes e cravos durante toda a vida, a não ser em casos em que a oleosidade seja reduzida com o passar dos anos. 

8-Usar protetor solar aumenta a oleosidade

Mito. Não há relação alguma entre a oleosidade excessiva produzida pelo corpo com o uso do protetor do solar. "Existe esse mito porque filtros solares também são hidratantes, e acredita-se que pele oleosa não precisa de hidratação", explica Christiana Blattner. "As pessoas estão projetando a culpa da oleosidade da pele no protetor solar, quando na verdade o problema está nela mesma", afirma.

Os protetores solares na realidade não só não pioram a oleosidade como ajudam a combatê-la. Isso porque os filtros solares, por terem ação hidratante ? a ponto de manter até mesmo a pele seca hidratada ? preservam a oleosidade natural e conferem aspecto brilhoso à pele, garantindo, assim, a refração da luz solar. Isso, além de preservar a saúde da pele, retarda o envelhecimento, não resseca a pele e, portanto, não estimula a produção de sebo como forma de compensação à oleosidade perdida durante a exposição solar. 

9-Comer chocolate aumenta a oleosidade?

Parcialmente verdade. Você com certeza já ouviu dizer por aí que chocolate causa espinha. Não é que isso seja inteiramente mentira, mas há muito exagero nessa história. Como muitos chocolates levam leite, então não é incorreto dizer que eles podem causar, sim, um excesso de oleosidade na pele e um posterior surgimento de acnes e cravos em alguns pacientes, por serem alimentos gordurosos, e que portanto interferem na produção de gordura pelas glândulas sebáceas e estimulam a produção de insulina, levando a um mecanismo hormonal que aumenta acne na pele. Mas existem outros tipos de chocolate, com quantidades maiores de cacau e menores de leite, por exemplo, que não levam a uma produção maior de sebo pelas glândulas.

10-Quem tem pele oleosa envelhece mais devagar

Mito. "O que acontece é que, ao contrário da pele seca, a pele com mais oleosidade refrata melhor a luz solar e, com isso, apresenta menos rugas, manchas e outras marcas da idade", explica a dermatologista Christiana Blattner. Então quer dizer que o sol é inimigo da pele? Calma lá. A exposição ao sol não somente é benéfica como também é a maior fonte existente de vitamina D - um importante nutriente para nosso corpo que é capaz de prevenir 17 tipos de câncer e que ainda fortalece os ossos, protege o coração, previne e controla a diabetes e pode ajudar até no tratamento de doenças autoimunes. Mas, como tudo na vida, tomar sol demais também faz mal. Por isso o uso de protetor solar é imprescindível para manter a saúde da pele, e até mesmo para retardar os efeitos do envelhecimento. O protetor solar, assim como a oleosidade natural da pele, funciona como um refrator dos raios UVA e UVB. Quanto menor a incidência deles sobre a pele desprotegida, menores serão os efeitos nocivos sobre a saúde e a boa aparência da pele.

11-Quem tem pele oleosa também tem cabelo oleoso

Verdade. A pele oleosa é causada pela produção excessiva de sebo pelas glândulas sebáceas, então o excesso de oleosidade produzido pelo corpo também se estende ao couro cabeludo, conferindo aspecto oleoso aos fios também.
04:17

Oito benefícios do sexo para a saúde

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Vida sexual ativa alivia dores, melhora o sono e estimula a longevidade

Sexo é bom e ainda faz bem para a saúde! O orgasmo, por exemplo, é uma das sensações mais íntimas e deliciosas para homens e mulheres e é muito mais do que sinal do sucesso de uma relação sexual. A cada dia, os cientistas descobrem novos efeitos desta reação orgânica que, além de melhorar as emoções, faz muito pela sua saúde. "O orgasmo contribui para que homens e mulheres vivam com mais qualidade, trata-se de um momento de prazer que reverbera por vários dias", afirma o ginecologista Neucenir Gallani, da clínica SYMCO. 

Porém, apesar de proporcionar prazer e qualidade de vida, uma pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) revelou que 70 % dos brasileiros fazem menos sexo do que declaram em conversas e pesquisas públicas. Por isso, o Minha Vida estimula você a melhorar essa situação trazendo o que a ciência e os especialistas andam dizendo por aí sobre os benefícios que uma vida sexual ativa trazem ao corpo. Confira: 

Alivia as crises de enxaqueca
Quando seu parceiro reclamar, dizendo que não quer sexo porque está com dor de cabeça, reverta a desculpa a favor da saúde dele. Segundo o médico Neucenir Gallani, o orgasmo libera substâncias, como as endorfinas, que atuam no sistema nervoso. "Elas diminuem a sensibilidade à dor, relaxando a musculatura e melhorando o humor", afirma. 

Melhora o aspecto da pele

Fazer sexo, principalmente no período da manhã, é um poderoso aliado da beleza para manter a juventude. Essa foi a conclusão de um estudo, realizado por cientistas da Universidade Queens (Reino Unido). De acordo com os pesquisadores, atingir o orgasmo aumenta os níveis de estrogênio, testosterona e de outros hormônios ligados ao brilho e a textura da pele e dos cabelos. 

Além disso, quando há o orgasmo, ocorre uma vasodilatação superficial dos vasos, até aumentando a temperatura em algumas pessoas. Com isso, a pele ganha uma aparência mais viçosa, e o brilho natural dela fica em destaque. 

Alivia as cólicas da TPM

O ginecologista Neucenir Gallani faz questão de reforçar que isso não é uma regra, mas acontece com algumas mulheres. Os movimentos realizados durante o sexo estimulam os órgãos internos, que ficam mais relaxados e, com isso, há diminuição das dores que incomodam seu bem-estar nos dias antes da menstruação. "Mas há mulheres que, na fase pré-menstrual, não têm disposição para o sexo e forçar a barra pode ser pior", diz o ginecologista. 

Melhora o sono

O relaxamento que o orgasmo traz contribui para que você durma melhor, e não apenas no dias em que houver sexo. A reação tem efeito prolongado, devido a ação dos neurotransmissores que passam a agir no seu organismo com mais regularidade e numa quantidade maior. 

Diminui o estresse

O médico faz questão de ressaltar que o orgasmo não deve ser encarado como um remédio calmante, mas como parte de uma relação afetiva que traz prazer. Quando isso acontece, os níveis de estresse tendem a diminuir não só pela estabilidade emocional, mas também porque os chamados hormônios do estresse, como o cortisol, apresentam atividade reduzida. Quem trouxe essa novidade foi um estudo escocês recém-publicado na revista Biological Psychology. 

Diminui os riscos de infarto

Um estudo da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, realizado com mais de 3 mil homens de 45 a 59 anos, concluiu, após 20 anos, que o sexo frequente pode reduzir o risco de infartos fatais e de derrames. De acordo com as conclusões da pesquisa, a morte súbita causada por problemas de coração é mais comum entre homens que afirmam ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual.  

Queima calorias

Segundo a Associação Americana de Educadores e Terapeutas Sexuais, a atividade sexual pode ser um ótimo exercício para o corpo. Isso porque meia hora de sexo queimam, em média, 85 calorias. Portanto, se você está sem paciência para ir à academia, que tal optar pelo plano B? 

Aumenta a imunidade

Um estudo feito pela Wilkes University, nos Estados Unidos, mostrou que uma vida sexual ativa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA , responsável pela proteção do organismo de infecções, gripes e resfriados.  
04:06

Saiba o que fazer quando o desejo sexual vai embora

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Usar da criatividade é uma forma de tentar acender a faísca apagada


Toda grande descoberta, seja um relacionamento que dá certo ou uma solução para um problema do cotidiano, tudo nasce do desejo. Sentir desejo é algo intrínseco à condição de estar vivo. Mas, se o desejo está sempre lá, por que depois de um tempo nós passamos a ter dificuldade de encontrá-lo e usá-lo na conquista da nossa realização sexual? "O desejo vai embora quando estamos fracos, tristes, cansados, doentes ou magoados. Quando não gostamos mais da pessoa amada, quando estamos de luto, angustiados ou entediados", afirma o terapeuta e médico vibracional Eduardo Navarro.

Segundo o especialista, o desejo sempre acompanha as pessoas, sejam homens ou mulheres. Sendo assim, se ele não está mais ali é porque algo aconteceu e recuperá-lo passa a ser um exercício mútuo de descobrimento, de si mesma e de seu parceiro.  

Saiba o que fazer quando o desejo sexual vai embora - Foto: Getty Images
Saiba o que fazer quando o desejo sexual vai embora

Após os primeiros anos de uma relação, quando a novidade vai se transformando em rotina, é normal que o desejo sexual se restrinja a momentos pré-definidos. Segundo a psicoterapeuta e sexóloga Magda Gazzi, isto é um perigo: "Sexo é vida e viver é ser criativo! É importante que você procure variar, evitando o sexo metódico, sempre feito na mesma hora, da mesma maneira e no mesmo local", sugere.

A especialista é contra o uso de medicamentos para forçar uma situação. "Não existe remédio para aumentar o desejo". A sexóloga acrescenta que nos últimos anos a busca pelo clímax continua sendo o principal motivo pelo qual mulheres e casais procuram os consultórios de sexólogos. Essa queixa é seguida muito de perto por outra, que é a falta ou inibição do desejo sexual. "Uma pesquisa do ProSex (Projeto Sexualidade da USP) mostrou que 10% das mulheres têm desejo sexual inibido, ou, em outras palavras, não tem vontade de fazer sexo", aponta a terapeuta.  
A sociedade em geral costuma enfatizar o desejo na juventude, como se à medida em que se envelhece ele fosse acabando ou não se renovando. "Somos seres sexuados. Nossa sexualidade começa quando nascemos e nos acompanha até a hora de nossa morte", contraria a médica. Com isto ela ressalta a importância de procurar um especialista para saber embaixo do que o seu desejo se escondeu.

Eventualmente o desejo pode ter saído de cena em função de algum problema. Como, por exemplo, os desequilíbrios hormonais podem inibir a libido ou os "desajustes mentais" que acabam bloqueando a manifestação natural de tesão em uma relação. Sentimentos como culpa, medo e ansiedade são inimigos naturais das relações sexuais. Eles agem de uma forma muito sutil, mas, suas consequências são de ordem prática. Não há clima que resista ao peso na consciência ou à ansiedade de ter que corresponder a uma determinada expectativa. 

Saiba o que fazer quando o desejo sexual vai embora - Foto: Getty Images
Saiba o que fazer quando o desejo sexual vai embora

Fora problemas hormonais, psicológicos e emocionais que requerem um acompanhamento profissional para serem resolvidos e saírem do caminho da sua libido, é sempre bom lembrar que o desejo é uma chama sempre presente em você. Por isso a especialista ressalta a importância de cuidar da sua rotina pessoal, da sua saúde física e emocional, de manter vivo seu lado sensual. Conheça dez dicas para reacender o desejo:

1 - Encontre tempo: Se você não está tendo tempo para você, escolha o que perder para poder ganhar o que realmente interessa;

2 - Organize seu dia: A desorganização é inimiga do tempo;

3 - Corpo saudável: Sempre escolha por sua qualidade de vida, mantendo uma alimentação saudável e uma atividade física regular, isto está ligado intimamente à qualidade de sua sexualidade e autoestima;

4 - Trabalhe a mente: Pense em sexo tanto quanto puder, ou, pense em sexo tanto quanto você pensa em filhos, supermercado, padaria, roupas, higiene e etc;

5 - Solte suas fantasias: Se permita e invista na mulher sensual que existe dentro de você, fantasie e solte sua imaginação. Seja permissiva com suas fantasias e as viva sem culpas, elas são só fantasias, por isto aproveite para transgredir.
6 - Se permita pedir ajuda: Você não vai deixar de ser uma boa mãe só porque deixou seus filhos com a avó para poder ter uma noite de prazer;

7 - Converse com seu companheiro: Aproveite para pedir ajuda nas tarefas domésticas. Fica mais fácil se as responsabilidades da casa e dos filhos forem divididas;

8 - Invista no seu lazer: Passeie, saia, dance, cante e se solte. Se permita ficar longe do celular ou computador por algumas horas;

9 - Dia de folga: Tire ao menos um dia no mês só pra você, pra fazer tudo aquilo que você quer, mesmo que seja dormir tranquila, ler um livro, ou simplesmente ter tempo de olhar o pôr-do-sol;

10 - Pense como os homens: associe o sexo ao prazer e se deixe levar por esse momento fantástico! E lembre-se: mente tranquila e corpo vigoroso funcionam como verdadeiros afrodisíacos. 

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